

Formada em jornalismo pelas Faculdades Integradas de São Pedro (Faesa). Já atuou como Diretora Comercial da Revista Capixaba Agora, Assessora de Imprensa da Superintendência de projetos de Polarização Industrial do Espírito Santo -Suppin. Jornalista nas emissoras de Rádio e Revista SIM da Rede SIM SAT.
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Mulheres que fumam têm ataques cardíacos cerca de 14 anos mais cedo que as que não fumam.
Já para os homens fumantes, a diferença fica em torno de seis anos.
É o que revela um estudo de pesquisadores da Noruega.
Eles afirmam que fumar pode fazer com que as mulheres passem pela menopausa mais cedo, permitindo que elas fiquem menos protegidas contra problemas cardíacos.
A cardiologista Sílvia Priori, que participou da pesquisa, diz que as mulheres precisam entender que estão perdendo muito mais anos de vida que os homens quando fumam.
O estudo foi realizado com quase 2 mil pacientes noruegueses que estavam internados com um primeiro ataque cardíaco.
Nem o homem e nem a mulher:
o culpado pelo divórcio pode ser um gene. Cientistas suecos anunciaram que podem ter descoberto o responsável pelas dificuldades num relacionamento e até mesmo pelo fim de muitos casamentos. Os pesquisadores do Instituto Karolinska descobriram uma ligação entre uma variante específica de um gene e a forma como os homens se sentem - ou não - unidos a suas esposas. Eles analisaram o DNA de 550 gêmeos e dos parceiros desses voluntários. Os pesquisadores descobriram que os homens que têm uma variação genética normalmente se comportam de maneira diferente numa relação e têm menos chances de se casarem. Também notaram uma ligação entre esse gene e o que as mulheres pensavam de seus parceiros. Os cientistas perceberam que essas esposas estavam, em média, menos satisfeitas do que as casadas com homens que não têm a variação genética.
Cara amarrada nos dias de frio agora tem desculpa científica.
Pesquisadores garantem ter identificado mudanças no cérebro responsáveis por causar transtornos de humor durante o inverno.
Afirmam que é normal que pessoas que vivem em zonas temperadas se sintam mais felizes e dispostas durante a primavera e o verão.
Já a baixa exposição à luz durante os dias mais curtos e escuros do inverno pode causar depressão e mau humor, por exemplo.
Para entender o porquê desse fenômeno, os cientistas da Universidade de Toronto, no Canadá, mediram a quantidade da proteína transportadora de serotonina, uma substância química reguladora do humor, no cérebro de cerca de 100 pessoas.
Observaram que, durante o outono e o inverno, a proteína ficava mais ativa.
Na primavera e no verão, a concentração da proteína era menor, deixando que a serotonina preenchesse mais os espaços celulares do cérebro.
Por isso, a pessoa fica mais bem humorada.
Jovem brasileiro acredita em uma vida melhor no futuro.
Foi o que revelou pesquisa da Fundação Getulio Vargas.
O levantamento foi realizado em 132 países e fez uma escala de zero a 10 para medir a felicidade dos entrevistados.
Mostra que os brasileiros entre 15 e 29 anos têm mais esperança de felicidade para os próximos cinco anos do que qualquer outro jovem no mundo.
Numa escala de zero a dez, os brasileiros atingiram nota 9,29. Estão na frente dos jovens dos Estados Unidos e da Venezuela.
Na última colocação de expectativa de felicidade para os próximos anos está o Zimbabue.
Os jovens do país africano, que vivem uma crise econômica e política, ficaram com nota 4,68.
A pesquisa é inédita. Feita no ano passado e divulgada nessa terça-feira.